Entrada Gratuita para Crianças 0-12 anos, para Estudantes de V.N. Famalicão (até aos 25 anos), para titulares do cartão Amigo FCM/CPS e na manhã da primeira segunda-feira de cada mês.
A entrada em todos os espaços da Fundação Cupertino de Miranda:
• Exposição temporária;
• Torre Literária “Louvor e Simplificação da Literatura Portuguesa”;
• Espaços de Exposição permanente.
Um almoço único* no restaurante tradicional TASC – Cozinha Regional
Viagem de ida e volta, nos comboios urbanos do Porto, entre Braga ou Porto S. Bento e Famalicão.
*Válido de segunda a sexta-feira.
A entrada em todos os espaços da Fundação Cupertino de Miranda:
• Exposição temporária;
• Torre Literária “Louvor e Simplificação da Literatura Portuguesa”;
• Espaços de Exposição permanente.
Um almoço único* no restaurante tradicional Sara Barracoa – Cozinha Regional
Viagem de ida e volta, nos comboios urbanos do Porto, entre Braga ou Porto S. Bento e Famalicão.
*Válido de segunda a sexta-feira.
Entrada Gratuita:
Crianças 0-12 anos;
Estudantes de V.N. Famalicão (até aos 25 anos);
Titulares do cartão Amigo FCM/CPS;
Manhã 1ª segunda-feira do mês.
Esta exposição surge no âmbito das celebrações do Centenário do Nascimento de Fernando Lemos, figura incontornável da Arte Portuguesa do século XX. Em 2024, Jorge Barbosa lançou um desafio a fotógrafos, artistas, escritores, músicos, designers e outras personalidades: partilhar uma fotografia legendada. A proposta reuniu 78 participantes, dando origem a um conjunto diversificado de imagens e formas de olhar.
As fotografias, provenientes de diferentes geografias e áreas profissionais, constroem uma espécie de cadavre-exquis de olhares e experiências. A exposição estabelece um diálogo contemporâneo com o legado de Fernando Lemos, entendendo a fotografia como uma forma de experimentar e interpretar o mundo. Mais do que uma exposição sobre o artista, é uma homenagem através de novos olhares, encontros e sensibilidades.
78 fotografias. 78 formas de olhar. Uma história coletiva.
Esta exposição nasce como continuidade das celebrações do Centenário do Nascimento de Fernando Lemos (Lisboa, 3 de maio de 1926 – São Paulo, 17 de dezembro de 2019), figura incontornável da Arte Portuguesa do século XX, cuja obra atravessou fronteiras geográficas, linguagens artísticas e diferentes campos do pensamento.
Em 2024, Jorge Barbosa lançou um desafio a um conjunto alargado de personalidades: fotógrafos, artistas, designers, jornalistas, escritores, músicos e pessoas que, não fazendo da fotografia a sua atividade quotidiana, mantêm com ela uma relação de curiosidade, afeto ou interesse. A proposta era simples e, ao mesmo tempo, aberta: partilhar uma fotografia legendada.
A resposta foi imediata e singular. 78 participantes aceitaram o desafio, dando origem a um conjunto de imagens tão diversas quanto as pessoas que as realizaram. São fotografias que não procuram necessariamente a fotografia “profissional”, nem obedecem a um tema ou a uma linguagem comum. Pelo contrário, revelam diferentes modos de olhar, de escolher, de aproximar ou de se afastar do mundo.
Reunidas nesta exposição, estas imagens constituem uma espécie de cadavre-exquis do retrato coletivo — não apenas das pessoas que fotografam, mas também de uma comunidade de olhares. Lisboa, Porto, Sintra, Aveiro, Bruxelas, Dublin, Roma, Londres, Macau, Bordéus, Nova Iorque e tantos outros lugares tornam-se pontos de uma geografia afetiva e visual que se estende muito para além de um único território.
A diversidade dos participantes — fotógrafos e fotojornalistas, escritores e músicos, artistas visuais, designers, jornalistas, professores, produtores, gestores, ilustradores, investigadores e outras pessoas ligadas a diferentes áreas — reforça uma ideia essencial: a fotografia pertence a todos os que olham.
Neste contexto, a exposição estabelece também um diálogo, necessariamente livre e contemporâneo, com o legado de Fernando Lemos, onde o seu olhar foi, antes de tudo, um modo de experimentar o mundo e de revelar aquilo que, por vezes, permanece invisível.
Cadavre – Exquis. Fotografar em continuidade propõe, assim, uma outra forma de homenagem: não uma exposição sobre Fernando Lemos, mas uma exposição que parte da sua memória fotográfica para convocar novos olhares. Cada fotografia é uma escolha, uma aproximação, uma suspensão do tempo. Juntas, formam uma história feita de muitas histórias — pessoais, profissionais, íntimas, documentais, poéticas ou simplesmente ocasionais.
Fernando Lemos inspira-nos a olhar para a fotografia como uma possibilidade criadora de ver o mundo.
Esta exposição é, por isso, também um encontro: entre gerações, geografias, profissões e sensibilidades; entre quem fotografa todos os dias e quem fotografa apenas quando algo o interpela; entre a memória de um artista e a vitalidade dos olhares de hoje.
78 fotografias. 78 formas de olhar. Uma história coletiva.
Curadores:
Marlene Oliveira, Jorge Barbora e Perfecto E. Cuadrado
Os bilhetes garantem o acesso a todos os espaços da Fundação Cupertino de Miranda, incluindo:
✔ Exposição Temporária – “As imagens que nos olham: Fernando Lemos”
Uma mostra dedicada à obra de Fernando Lemos, destacando a sua interpretação singular do surrealismo.
✔ Torre Literária “Louvor e Simplificação da Literatura Portuguesa”
Um espaço dedicado à valorização e interpretação da literatura portuguesa, proporcionando uma experiência imersiva e educativa.
✔ Espaços de Exposição Permanente
Acesso às coleções e acervos que refletem a identidade e missão cultural da Fundação.
Convidamos todos a explorar este ambiente único de arte e literatura.